

Mestre Saint Germain – O Guardião da Liberdade e da Chama Violeta
Filósofo, alquimista, músico, poeta, lapidador de diamantes, diplomata e místico. Assim era conhecido o enigmático Conde de Saint Germain, que percorreu as cortes europeias do século XVIII deixando um rastro de sabedoria, mistério e luz.
Chamavam-no de “o homem que nunca morre”, pois, sua aparência permanecia sempre jovem, mesmo ao longo dos séculos. Alguns afirmavam que ele havia descoberto a pedra filosofal e o elixir da imortalidade.
Mas quem realmente era este ser extraordinário, conselheiro de reis, amante da arte e da ciência, e profundo conhecedor das leis divinas?
O nome Saint Germain, derivado do latim Sanctus Germanus, significa “O Santo Irmão” e expressa perfeitamente sua essência. Ele é o irmão da humanidade, o guia compassivo que trabalha pela libertação da alma humana da opressão, da ignorância, do ego e do sofrimento.
Saint Germain é o Chohan do Sétimo Raio, o Raio Violeta da Liberdade, Misericórdia, Transmutação e Alquimia Divina.
Ao lado de sua chama gêmea, a Mestra Pórtia, ele dirige a nova era que se inicia a Era de Aquário, trazendo à Terra as energias da Justiça, do Perdão e da Liberdade espiritual.
O Regente da Era de Aquário
Sua missão é conduzir a Terra a uma nova Idade Dourada, em que a ciência e a espiritualidade se reencontram, e onde a liberdade interior e a fraternidade universal se tornam realidade viva.
Na profecia bíblica (Apocalipse 10:7), ele é o sétimo anjo, aquele que “completará o mistério de Deus sobre a Terra”.
Durante a Idade Média e o Renascimento, Saint Germain continuou sua missão através de grandes encarnações:
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Roger Bacon – monge franciscano e visionário do século XIII, precursor da ciência moderna.
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Cristóvão Colombo – navegador e descobridor do Novo Mundo, abrindo caminho para a expansão da consciência global.
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Francis Bacon – filósofo e fundador do método científico, considerado o verdadeiro autor oculto de muitas obras de Shakespeare.
Por trás desses nomes, a mesma alma iluminada trabalhava silenciosamente para unir razão e revelação, ciência e espiritualidade, preparando o advento de uma nova era de iluminação.
Na sua última encarnação física conhecida, Saint Germain pediu ao Conselho Cármico permissão para retornar à Terra já liberto da roda das reencarnações.
Atendeu-se a seu pedido, e ele surgiu como o enigmático Conde de Saint Germain, o “milagroso” das cortes europeias.
Era um homem de refinada educação, mestre em música, pintura, diplomacia e alquimia. Podia tocar instrumentos com perfeição, compor melodias sublimes e, segundo testemunhos, materializar pedras preciosas com as mãos.
Era poliglota, sábio e discreto, e foi conselheiro de reis, entre eles Luís XV da França e D. José I de Portugal.
Ao retornar aos planos etéricos, recebeu de Mestra Kuan Yin o ofício de Regente do Sétimo Raio, tornando-se o Mestre da Chama Violeta, da Liberdade, Misericórdia e Alquimia Divina.
A Chama Violeta – O Fogo da Transmutação
A Chama Violeta é a principal ferramenta espiritual legada à humanidade por Saint Germain. É o fogo sagrado da transformação, que consome o karma negativo, purifica emoções e liberta a alma de antigos padrões de limitação.
Ao invocá-la com fé e constância, o discípulo dissolve as energias densas de medo, culpa e dor, abrindo caminho para a manifestação do Eu Divino.
Afirmação de Libertação pela Chama Violeta
**“Eu Sou um ser de fogo violeta,
Eu Sou a pureza que Deus deseja!
Pela chama da misericórdia e do perdão,
Liberto-me e liberto toda a vida!
Amado Saint Germain, envolve-me em tua luz,
Faz de mim um instrumento da liberdade eterna.”**